GNU/LINUX num pendrive/mp3???

Sim é possivel mesmo…

Boa Noite pessoal (estou postando a noite :P), bom eu instalei e funcionou, segui um tutorial e modifiquei algumas coisas e deu nisto é um método testado e aprovado por mim para que seja feita a instalação do Slax em um pendrive/mp3 de maneira simples.

Precisamos ter instalados o:

* syslinux
* mtools

Você deve seguir os passos e adapta-los a sua necessidade, porque se o seu pendrive/mp3 estiver montado em outra partição como */sda1 siga para ser nele.

Este procedimento foi executado com um pendrive+mp3player misys. Ao contrário do que alguns tutoriais encontrados pela internet indicam, eu não mudei o sistema de arquivos dele (de FAT32 para FAT16 ou qualquer um outro), nem o particionei, e ele não perdeu nenhuma de suas funções de MP3 Player.
Depois se voce quizer apagar os arquivos normais voce apaga e coloca suas musicas novamente, o meu pendrive/mp3 é de apenas 256mb de memória e funcionou perfeito, até instalei o firefox :P!

Vamos começar.

1 – Abra um terminal (console).

2 – Baixe a versão mais recente do slax no site http://www.slax.org

Atualmente a 5.1.8.1:

$ wget http://merlin.fit.vutbr.cz/mirrors/slax/SLAX-5.x/slax-5.1.8.1.iso

3 – Criaremos dois subdiretórios em /mnt, pois precisaremos ter a imagem e o pendrive montados simultaneamente:

# mkdir /mnt/slax
# mkdir /mnt/pendrive

4 – Agora como root, monte a imagem numa diretório* /mnt/slax no nosso exemplo:

*eu por exemplo montei na partição do windows aqui do computador de um cliente que baixei, ficou:

*cd /dev/hda5/downloads

# mount -t iso9660 -o loop slax-5.1.8.1.iso /mnt/slax

5 – E monte o pendrive:

# mount -t vfat /dev/sda /mnt/pendrive

(normalmente com o sda funciona, mas, de acordo com sua configuração/máquina, pode variar [sda1,sda2,…])

6 – Copie os arquivos da imagem para o pendrive*:

*novamente na mesma pasta eu /dev/hda5/downloads/slax-5.1.8.1

# cp -ra /mnt/slax/* /mnt/pendrive

(Para saber a função do -ra veja $ man cp )

7 – A partir daqui tudo começou a se formar e seu gnu/linux está quase funcionando no seu pendrive/mp3. Execute os comandos:

# cd /mnt/pendrive/boot/
# cp vmlinuz /mnt/pendrive/
# cp initrd.gz /mnt/pendrive/
# cd /mnt/pendrive/

8 – Modifique o nome do arquivo isolinux.cfg para syslinux.cfg com o comando:

# mv isolinux.cfg syslinux.cfg

9 – Abra o arquivo recém renomeado syslinux.cfg com um editor de texto, por exemplo o mcedit, mas você pode usar qualquer outro de sua preferência.

# mcedit syslinux.cfg

Preste bastante atenção. Você vai remover todo boot/ ou /boot/ QUE VENHA ANTES DO vmlinuz e do initrd.gz NENHUM OUTRO MAIS!

Ou seja, a linha que era assim:

/boot/vmlinuz

Ficará assim:

vmlinuz

*antes de sair voce aperta F2 que salva no mcedit e F10 que sai dele!

10 – Desmonte, mas não remova, o pendrive

# umount /mnt/pendrive

*caso diga que o pendrive esteja ocupado (busy), feche o terminal e abra novamente como root e desmonte com o comando acima!

11 – E use o comando:

# syslinux -s /dev/sda

Pronto! Seu pendrive já possui o Slax instalado e pronto para bootar pelo USB. Basta ajustar/configurar o BIOS, outra forma é você ir no site http://www.slax.org e baixar o SLAX BOOT CD que dá boot já procurando o pendrive (eu usei esta opção, já que a placa mãe aqui deste computador do cliente não boota por usb), você grava o cd a partir de imagem no k3b ou no nero (eco, no windows :D)…

abraços a todos e desculpem pela ausência, continuo a viagem a serviço!

até a próxima e logo continua a saga QUEM É QUEM!

QUEM É QUEM [1]

Boa noite, boa tarde e bom dia a todos!
Estou muito feliz hoje pois a frequencia tem aumentado no blog, e apesar de eu ter trabalhado muito, meu dia foi produtivo, consegui deixar um cliente completamente satisfeito!
Bom, eu prometi fazer os posts QUEM É QUEM e agora vai o Nº 1 de muitos posts!
Após colocar uma breve descrição irei comentar a utilidade de cada coisa que foi inventada por estes nomes!

Mark Adler (http://alumnus.caltech.edu/~madler/) – é co-autor do GZIP e escreveu o código de descompressão.
Bem amigos, este carinha aí foi um dos grandes nomes no nosso mundo, ele fez o sistema de descompressão do GZIP (http://www.gzip.org), este nome GZIP é abreviatura para GNU ZIP, ou seja, um software livre para compressão e descompressão sem perda nenhuma de dados.  O outro co-autor do GZIP é Jean-Loup Gaillyn e o GZIP é baseado no algoritmo DEFLATE (O algoritmo conhecido como DEFLATE é uma combinação de diversas tecnologias de compressão de dados usada nos arquivos do padrão ZIP) e o formato gerado por ele é o .gz!
Entao quando você pega um programa pra compilar ou outra coisa no teu gnu/linux ou outro unix-like, talvez ele estará assim:
nomedoprograma-eaversaonumerada.tar.gz

Isto porque o cara que criou ele, usou o TAR e depois o GZIP para compactar!
Está sob licença GPL, então que tal dar uma estudada a fundo nele?

ps: só vou revelar minhas fontes de pesquisa e estudos depois que terminar todos os nomes! 😀 😛
abraços a todos, e amanha já tem o número 2.

google blogs

Sim, sim…como sempre, peço desculpas novamente pela ausência, rsrs! Como todos nós sabemos, sou semi-técnico em informática, administro gnu/linux e presto serviços para orgãos públicos, concluindo, minha vida é uma bagunça.

Pois bem, estou em uma cidade de cerca de 3 mil habitantes onde eu presto serviços e estava no maravilhoso GOOGLE (estou achando que querem dominar o mundo) e fui ver os OPTIONS e testei um negocio legal, pesquisa por blogs, pesquisei o meu e achei, hehehe! Bom ai vai o link para pesquisar blogs:

http://www.google.com.br/intl/pt-BR/options/

 como eu prometi, amanha ou hoje ainda irei postar o QUEM É QUEM Nº1!

abraços

[artigo] A Microsoft Morreu…

Artigo interessantissimo, ótimo!

Alguns dias atrás me dei conta repentinamente de que a Microsoft está morta. Eu estava conversando com o fundador de uma jovem empresa sobre como o Google era diferente do Yahoo. Eu dizia a ele que o Yahoo foi impulsionado no início pelo medo que tinham da Microsoft. Foi por isso que se posicionaram como uma “empresa de mídia” em lugar de uma “empresa de tecnologia”. Então olhei para ele e percebi que ele não entendeu. Foi como se eu tivesse dito a ele o quanto as garotas gostavam de Barry Manilow nos anos 80. Barry quem?Microsoft? Ele não disse nada, mas dava para dizer que ele não acreditava que alguém pudesse ter medo deles.

A Microsoft foi uma sombra sobre o mundo do software por quase 20 anos, a partir do início dos anos 80. Eu me lembro que antes deles era a IBM. Eu quase sempre ignorei essa sombra. Nunca usei software da Microsoft, então isso só me afetou indiretamente – por exemplo, no spam que eu recebia de robôs na rede. E por eu não estar prestando atenção não percebi que a sombra desapareceu.

Mas agora desapareceu, consigo perceber isso. Ninguém mais tem medo da Microsoft. Eles ainda podem fazer um montão de dinheiro – assim como a IBM, a propósito. Mas eles não são mais perigosos.

Quando a Microsoft morreu e de quê? Eu sei que eles pareceram perigosos no final de 2001, pois escrevi um ensaio na época sobre como eles eram menos perigosos do que pareciam. Eu acho que eles morreram em 2005. Eu sei que quando iniciamos Y Combinator não nos preocupávamos com a Microsoft como competidora das empresas que fundamos. Na verdade, nós nunca os convidamos para os dias de demonstração que fazemos para que as empresas se apresentem a investidores. Nós convidamos Yahoo e Google e algumas outras empresas de Internet, mas nunca nos preocupamos em convidar a Microsoft. E eles também nunca nos mandaram sequer um email. Eles estão em um mundo diferente.

O que os matou? Quatro coisas, eu acho, todas elas aconteceram simultaneamente no meio desta década.

A mais óbvia é o Google. Só pode haver um homem forte na cidade, e claramente são eles. Google é hoje, de longe, a companhia mais perigosa, tanto no bom quanto no mal sentido da palavra. A Microsoft pode, na melhor das hipóteses, acompanhar com atraso.

Quando Google tomou a liderança? Haverá uma tendência de apontar isso para o lançamento de suas ações, em agosto de 2004, mas eles estavam apenas confirmando os termos do debate então. Eu diria que eles tomaram a liderança em 2005. Gmail foi uma das coisas que os colocou além. Gmail mostrou que eles poderiam fazer mais do que apenas buscas.

Gmail também mostrou o quanto se poderia fazer com software baseado na web se você usa o que mais tarde ficou conhecido como “Ajax”. E essa é a segunda causa da morte da Microsoft: todo mundo pode ver que o desktop está acabado. Agora parece inevitável que as aplicações viverão na web – não apenas os emails, mas tudo, mesmo Photoshop. Até a Microsoft percebe isso agora.

Ironicamente, a Microsoft, sem querer, ajudou a criar o Ajax. O x de Ajax vem de XHTMLHttpRequest object, que permite que o navegador comunique-se com o servidor no background, enquanto mostra a página. XHTMLHttpRequest foi criado pela Microsoft no final dos anos 90 para ser usado no Outlook. O que eles não perceberam é que seria útil também para muita gente – na verdade, para qualquer um que quisesse fazer com que aplicações web funcionassem como desktop.

Outro componente crítico do Ajax é o Javascript, a linguagem de programação que roda no navegador. A Microsoft viu o perigo trazido pelo Javascript e tentou mantê-lo defeituoso por quanto tempo fosse possível [1]. Mas eventualmente o mundo do código aberto venceu, produzindo bibliotecas Javascript que cresceram sobre os defeitos do Explorer, assim como vegetação cresce sobre arame farpado.

A terceira causa de morte da Microsoft foi a Internet banda larga. Qualquer um que queira pode ter acesso à Internet rápida hoje. E quanto maior o cano até o servidor, menos você precisa do seu desktop.

O último prego no caixão veio, de todos os lugares possíveis, da Apple. Graças ao OS X a Apple ressurgiu dos mortos de um jeito muito raro em tecnologia [2]. Sua vitória é tão completa que agora me surpreendo quando vejo um computador rodando Windows. Quase todos que financiamos na Y Combinator usam laptop Apple. Acontece o mesmo com os alunos da escola de empresas incubadas. Todas as pessoas da computação usam Macs ou Linux hoje. Windows é para vovós, assim como os Macs o eram nos anos 90. Então, não só o desktop não importa mais como, de qualquer forma, ninguém mais que se importa com computadores usa Microsoft.

E, claro, a Apple está na frente da corrida com a Microsoft na música também, além dos celulares e TVs que virão.
Estou feliz por a Microsoft ter morrido. Eles eram como Nero ou Cômodo – malignos de uma forma que apenas o poder herdado torna possível. Porque lembremos que o monopólio da Microsoft não começou com ela. Ela o recebeu da IBM. O negócio software esteve enforcado por um monopólio desde meados de 1950 até 2005. Praticamente por toda a sua existência foi assim. Uma das razões de a Web 2.0 ter esse ar eufórico é o sentimento, consciente ou não, de que a era monopolística acabou finalmente.

É claro, como um hacker, eu não consigo parar de pensar como uma coisa quebrada pode ser consertada. Há alguma forma de a Microsoft retornar? Em princípio, sim. Para ver como, vislumbremos duas coisas: (a) a quantidade de dinheiro que a Microsoft tem em suas mãos; e (b) Larry e Sergey cortejando, há 10 anos atrás, todos os mecanismos de busca, tentando vender a idéia do Google por um milhão de dólares. E sendo rejeitados por todos.

O fato surpreendente é: hackers brilhantes – perigosamente brilhantes – podem ser conseguidos muito baratos para os padrões de uma companhia tão rica quanto a Microsoft. Eles não conseguem mais contratar gente inteligente, mas eles podem comprar quantos quiserem por apenas um pouco mais. Então, se eles quiserem ser um competidor novamente, é assim que devem fazer:

1. Comprar todas as empresas de Web 2.0 que estão surgindo. Eles podem conseguir todas por menos do que eles teriam que pagar pelo Facebook.

2. Colocar todas elas no Vale do Silício, rodeadas por chumbo, formando um escudo protetor para prevenir qualquer contato com Redmond.

Sinto-me seguro em sugerir isso porque eles nunca vão fazê-lo. A maior fraqueza da Microsoft é que eles ainda não perceberam o quanto são ruins, incompetentes. Eles ainda acham que podem escrever código “in house”. Talvez eles possam, pelo padrão do mundo do desktop. Mas esse mundo acabou há alguns anos atrás.

Eu sei qual será a reação para este ensaio. Metade dos leitores vai dizer que a Microsoft ainda é uma companhia enormemente rentável e que eu deveria ser mais cuidadoso ao traçar conclusões baseado no que alguns poucos pensam da pequena e insular bolha Web 2.0. A outra metade, a mais jovem, vai reclamar que isto é notícia velha.

Notas[1] Não é preciso fazer um esforço consciente para produzir software incompatível. Tudo o que você precisa fazer é não trabalhar muito na correção dos bugs – que, se você é uma empresa grande, você produz copiosamente. É uma situação análoga a escrever “teoria literária”. A maioria não quer ser obscuro, eles apenas não se esforçam em ser claros.[2] Em parte porque Steve Jobs foi estimulado por John Sculley de um modo que é raro nas empresas de tecnologia. Se o board da Apple não tivesse cometido esse erro, não haveria retorno a ser feito.

É isso aí! Achei muito importante colocar este artigo aqui. Sei que muitos de vocês já devem ter visto ele, mas sempre existem aqueles que ainda não toparam com ele por aí.

fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6456

NOTA: 10.0